Olá, pessoal.
Hoje fui dar uma pedalada com um amigo e a bicicleta dele estava parada por muito tempo. Os pneus tinham seus longos 6 anos e já estavam bem ressecados. Pois bem, calibramos e saímos andar. Não demorou muito o pneu dele explodiu. Além de ficarmos semi-surdos por uns momentos e ele um pouco machucado com a chicoteada da borracha, ficamos a pé. Não teve jeito. Teve que trocar pneus e câmara.
Pneus que não são usados ressecam rapidamente e, embora possa se usar silicone pra "dar uma ajeitada" enquanto o bolso não permite a troca, corre-se o risco de se tomar um belo capote numa decida, caso exploda o dianteiro. Ou seja, se o seu pneu já está ressecado, jogue fora, sem dó.
Não vá se machucar por micharia. Pneus ressecados têm de ir para a reciclagem.
Até mais,
Fábio.
Blog amigável sobre bicicletas, ciclistas, acontecimentos no mundo da bike e que oferece tutoriais de como consertar a magrela.
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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
segunda-feira, 11 de julho de 2011
A ressurreição de meu ciclocomputador
Ontem estava dando uma geral nos apetrechos da bike pra poder dar uma volta hoje e percebi que meu ciclocomputador, um CatEye Velo 8, não respondia. Ele é relativamente novo, não tem um risco e só rodou 700 km. Como estava encostado havia uns 6 meses, pensei ser a minha, nada mais óbvio.
Pois comprei pilhas novas hoje (CR2032) e nem sinal de vida.
Pois comprei pilhas novas hoje (CR2032) e nem sinal de vida.
O CatEye (totalmente apagado) e o modelo de pilha que utiliza.
Consultando o fórum do Pedal.com.br, me sugeriram que eu desse um pequeno curto, com a própria bateria, a fim de dar um "master reset" nele.
Achei meio estranho, mas como não queria comprar outro e este estava muito novo, decidi tentar.
Peguei um papel alumínio e moldei a fim de tocar os dois contatos do velocímetro e deixei bastante sobra, pra poder tocar os dois polos da pilha.
Dei um curto rápido e recoloquei a pilha de modo normal. Os números piscaram um pouco mas logo o velocímetro não respondia, de novo.
Dei um curto mais comprido até a pilha esquentar e voltei a pilha normalmente. Tudo acendeu, funcionando perfeitamente. Usei inclusive a pilha que estava nele (que eu achava que havia acabado). Coloquei no voltímetro e acusou ddp máxima (3V).
Fechei.
O único revez foi zerar o odômetro. Queria ter registro da quilometragem total.
Mas o que importa é funcionar, então isso se releva haha.
Velocímetro funcionando e odômetro zerado.
Depois de devidamente limpo, o velocímetro agora está novo. Pronto para mais um pedal.
Abraço e aproveitem as férias.
domingo, 1 de março de 2009
Freios...
Achei interessante esta bike de trial, que usa um freio Inside-Out na roda traseira.
O freio consiste em um disco preso ao aro, e a pinça presa mais acima no garfo.
Ele proporciona um imenso poder de frenagem e não existe o temido problema da torção nos freios a disco comuns.
O freio, que é um chumbo, foi criado para as motos de alta performance (somente as de pista, as off-roads teriam várias complicaçõs) trocarem os freios duplos, com discos dos dois lados, que causavam muitas falhas.
O freio consiste em um disco preso ao aro, e a pinça presa mais acima no garfo.
Ele proporciona um imenso poder de frenagem e não existe o temido problema da torção nos freios a disco comuns.
O freio, que é um chumbo, foi criado para as motos de alta performance (somente as de pista, as off-roads teriam várias complicaçõs) trocarem os freios duplos, com discos dos dois lados, que causavam muitas falhas.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Como o NoTubes funciona!
Olá! Hoje posto aqui, um vídeo bem legal do Pedal Urbano mostrando como o NoTubes funciona.
O NoTubes é um liquido com consistência leitosa, que utilizamos em pneus Tubeless (sem câmara) para vedar qualquer furo que venhamos a ter.
Os prós de se ter um Tubeless é o seu baixíssimo peso e a inexistência da necessidade de trocar câmaras. Porém, quando ocorre um rasgo na lateral, daí não tem salvação.
O melhor gás para se encher o pneu com NoTubes é o nitrogênio, pois faz o líquido durar mais. O líquido, precisa ser "completado" de 3 em 3 meses. Mas se a bike tem constante uso, esse período aumenta para até 5 meses.
Meio litro de NoTubes custa em média R$ 75,00 no Brasil.
Para mais informações, visite o site oficial: NoTubes
Abraço a todos e bom pedal!
O NoTubes é um liquido com consistência leitosa, que utilizamos em pneus Tubeless (sem câmara) para vedar qualquer furo que venhamos a ter.
Os prós de se ter um Tubeless é o seu baixíssimo peso e a inexistência da necessidade de trocar câmaras. Porém, quando ocorre um rasgo na lateral, daí não tem salvação.
O melhor gás para se encher o pneu com NoTubes é o nitrogênio, pois faz o líquido durar mais. O líquido, precisa ser "completado" de 3 em 3 meses. Mas se a bike tem constante uso, esse período aumenta para até 5 meses.
Meio litro de NoTubes custa em média R$ 75,00 no Brasil.
Para mais informações, visite o site oficial: NoTubes
Abraço a todos e bom pedal!
sábado, 17 de janeiro de 2009
Ciclovia a Laser?
Pois é, ví este aparato interessante no blog/site Pedaleiro e parece que ele projeta as linhas e o logo da ciclovia na reta em que esta sua bicicleta. Cada vez mais, parece ser o jeito, fazer sua própria ciclovia, à ter esperança que o governo faça.
quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Empresa lança suporte de Guarda-Chuva para bikes!
Uma empresa chamada MATEM Utilidades lançou um suporte para guarda-chuva na bike.
A proposta do fabricante é essa: A MATEM UTILIDADES, tem o prazer de apresentar mais uma novidade no mercado, o Ciclo Suporte para Guarda chuva. Trazendo proteção contra o sol e a chuva para você, que utiliza a bicicleta para o transporte e que colabora com o meio ambiente.
Não vejo muita utilidade, já que o guarda-chuva iria chacoalhar pra caramba, o vento te mandaria chuva na cara do mesmo jeito, e também vai produzir um arrasto gigante.
Mesmo assim, não deixa de ser interessante.

O próprio

Site do desenvolvedor: MATEM Utilidades
A proposta do fabricante é essa: A MATEM UTILIDADES, tem o prazer de apresentar mais uma novidade no mercado, o Ciclo Suporte para Guarda chuva. Trazendo proteção contra o sol e a chuva para você, que utiliza a bicicleta para o transporte e que colabora com o meio ambiente.
Não vejo muita utilidade, já que o guarda-chuva iria chacoalhar pra caramba, o vento te mandaria chuva na cara do mesmo jeito, e também vai produzir um arrasto gigante.
Mesmo assim, não deixa de ser interessante.

O próprio

Site do desenvolvedor: MATEM Utilidades
domingo, 28 de dezembro de 2008
Sapatilhas Adidas
Recentemente descobri que a Adidas começou a produzir sapatilhas.
São bem bonitas e parecem ser bem acabadas.
Vale a pena dar uma conferida.
Link da página das sapatilhas
São bem bonitas e parecem ser bem acabadas.
Vale a pena dar uma conferida.
Link da página das sapatilhas
quarta-feira, 8 de outubro de 2008
Importância das Luvas
Olá! Gostei muito dessa matéria escrita pela Simone_CWB do Fórum do Pedal.com.br por isso estou postando aqui.
A luva é um item tão importante quanto o nosso capacete! Elas nos protegem dos impactos transmitidos pelas rodas dianteiras, das quedas, nos livram dos calos, bolhas e ajudam a amenizar as dores quando fazemos longas pedaladas.
As dores que muitas vezes acabam surgindo nos braços, mãos e pulsos podem ser desses impactos do pedal, de um selim mal ajustado ou uma bike que tá fora do seu tamanho.
Às manoplas não são suficientes para nos proteger, aí entram as luvas.
Elas também garantem maior firmeza e segurança na sua pedalada já que suas mãos não vão ficar escorregando por causa do suor no manete do freio, assim aumenta o seu controle e segurança sobre a bike.
Geralmente as luvas são com neoprene no pulso e fechada com velcro, assim você tem uma luva firme e de fácil remoção, a palma é de couro sintético para te proteger dos tombos e dos calinhos que são um verdadeiro horror heheheh.
Na frente da mão é bom com tecido furadinho para transpirar, algumas são de lycra®, o dedão sempre tem um tecido atoalhado, para que você possa enxugar o suor do rosto. E na palma da mão uma almofadinha para proteger, algumas vezes de gel, algumas com silicone tb.
Nos dias frios você deve dar preferência à luva de dedos longos, pois além da proteção já citada, essa vai lhe aquece bem (pedalar no frio sem luvinha é quase como limpar congelador hehehe os dedos doem de frio... garoinha menos de 10 ° então brrrrrrr).
Empresas como a Specialized colocam uma almofada bem na região do nervo Ulnar, (perto do dedo mínimo) para proteger essa região que precisa de mais atenção e evitar a ocorrência de tal sintoma (Esse desconforto vai de uma leve dormência nos dedos até o enfraquecimento da pegada por completo, devido à compressão do nervo), assim acaba se preservando as mãos do ciclista contra a neuropatia Ulnar, aumentando o conforto e conseqüentemente o desempenho.
A Scott usa um sistema Finger Loops, pequenas alças, entre os dedos, facilita a retirada das luvas.
Nos principais pontos de contato da mão com o manete há aplicação de alguns tipos de proteção, como:
· Gel
· Liquicell
· Pad (forro)
Além disso, toda linha é também revestida com silicone em pontos específicos para melhor aderência.
Eu uso a luvas da trek wsd e da Ravx, ambas são de excelente material também, possuem proteção adequada na palma da mão e um ótimo acabamento.
Problemas:
O nervo ulnar (oposto ao polegar),
Localizado numa área de alta pressão das mãos, por se tratar de um importante ponto de apoio do ciclista na bicicleta. Em pedais mais longos esse nervo sofre compressão do mesmo na entrada do pulso, formigamento na palma da mão e entre os dedos mínimo e anelar.
Síndrome do Túnel do Carpo
Compressão do nervo mediano no túnel do carpo.
As causas mais comuns deste tipo de lesão são a exigência de flexão do punho, a extensão do punho e a tenossinovite no nível do tendão dos flexores - neste caso, os tendões inflamados levam a uma compressão crônica e intermitente da estrutura mais sensível do conjunto que compõe o túnel do carpo: o nervo mediano.
Causas:
Atletas que usam o selim inclinado para baixo usam uma bike mal regulada, onde acabam forçando os pulsos no guidão jogando o corpo, tendo que fazer mais força nos pulsos comprimindo-os. Essas posturas viciosas na bike acabam acerelando esse problema nos esportistas quando se torna crônico, acaba levando a atrofia generalizada da musculatura da mão, vulgarmente chamada de mão de garra onde os dedos mínimos e anulares ficam retraídos como uma garra (1).
Lembre-se que seus dedos e mãos também têm que ser alongados, durante o pedal varie a posição das mãos, movimente seus dedos. Numa bike de road, isso se torna mais fácil já que você tem três opções de pegada no guidão assim dá para ficar mudando as mãos.
Já em uma bike de MTB nem tanto, embora tenha os bar ends, você permanece a maior parte do tempo com as mãos na mesma posição. Então sempre que puder de uma esticada nos dedos, tente mudar a pegada quando estiver pedalando há muito tempo.
Compre uma luva boa, a melhor que você possa escolher, ou melhor, tenha duas assim poderá lavá-la tranqüilamente e sair para pedalar no outro dia. Sim você tem que lavar sua luva após os pedais! Não seja cascão. E nada de lavar na máquina viu, roupas de lycra® luvas de ciclismo devem ser lavadas na mão, água e sabão se puderem secar a sombra perfeita!
Capriche com seu equipamento vc só terá a ganhar
Go to Shopping
Você encontra luvas de diversas cores e tamanhos, dedos longos, ou dedos curtos, de
marcas os preços variam entre R$ 30,00 até R$ 130,00 vai do gosto do freguês.
Ps. Se as dores persistirem faça um bike fit, sua bike pode estar desregulada, mas se mesmo assim ainda persistirem vá a um ortopedista!
A luva é um item tão importante quanto o nosso capacete! Elas nos protegem dos impactos transmitidos pelas rodas dianteiras, das quedas, nos livram dos calos, bolhas e ajudam a amenizar as dores quando fazemos longas pedaladas.
As dores que muitas vezes acabam surgindo nos braços, mãos e pulsos podem ser desses impactos do pedal, de um selim mal ajustado ou uma bike que tá fora do seu tamanho.
Às manoplas não são suficientes para nos proteger, aí entram as luvas.
Elas também garantem maior firmeza e segurança na sua pedalada já que suas mãos não vão ficar escorregando por causa do suor no manete do freio, assim aumenta o seu controle e segurança sobre a bike.
Geralmente as luvas são com neoprene no pulso e fechada com velcro, assim você tem uma luva firme e de fácil remoção, a palma é de couro sintético para te proteger dos tombos e dos calinhos que são um verdadeiro horror heheheh.
Na frente da mão é bom com tecido furadinho para transpirar, algumas são de lycra®, o dedão sempre tem um tecido atoalhado, para que você possa enxugar o suor do rosto. E na palma da mão uma almofadinha para proteger, algumas vezes de gel, algumas com silicone tb.
Nos dias frios você deve dar preferência à luva de dedos longos, pois além da proteção já citada, essa vai lhe aquece bem (pedalar no frio sem luvinha é quase como limpar congelador hehehe os dedos doem de frio... garoinha menos de 10 ° então brrrrrrr).
Empresas como a Specialized colocam uma almofada bem na região do nervo Ulnar, (perto do dedo mínimo) para proteger essa região que precisa de mais atenção e evitar a ocorrência de tal sintoma (Esse desconforto vai de uma leve dormência nos dedos até o enfraquecimento da pegada por completo, devido à compressão do nervo), assim acaba se preservando as mãos do ciclista contra a neuropatia Ulnar, aumentando o conforto e conseqüentemente o desempenho.
A Scott usa um sistema Finger Loops, pequenas alças, entre os dedos, facilita a retirada das luvas.
Nos principais pontos de contato da mão com o manete há aplicação de alguns tipos de proteção, como:
· Gel
· Liquicell
· Pad (forro)
Além disso, toda linha é também revestida com silicone em pontos específicos para melhor aderência.
Eu uso a luvas da trek wsd e da Ravx, ambas são de excelente material também, possuem proteção adequada na palma da mão e um ótimo acabamento.
Problemas:
O nervo ulnar (oposto ao polegar),
Localizado numa área de alta pressão das mãos, por se tratar de um importante ponto de apoio do ciclista na bicicleta. Em pedais mais longos esse nervo sofre compressão do mesmo na entrada do pulso, formigamento na palma da mão e entre os dedos mínimo e anelar.
Síndrome do Túnel do Carpo
Compressão do nervo mediano no túnel do carpo.
As causas mais comuns deste tipo de lesão são a exigência de flexão do punho, a extensão do punho e a tenossinovite no nível do tendão dos flexores - neste caso, os tendões inflamados levam a uma compressão crônica e intermitente da estrutura mais sensível do conjunto que compõe o túnel do carpo: o nervo mediano.
Causas:
Atletas que usam o selim inclinado para baixo usam uma bike mal regulada, onde acabam forçando os pulsos no guidão jogando o corpo, tendo que fazer mais força nos pulsos comprimindo-os. Essas posturas viciosas na bike acabam acerelando esse problema nos esportistas quando se torna crônico, acaba levando a atrofia generalizada da musculatura da mão, vulgarmente chamada de mão de garra onde os dedos mínimos e anulares ficam retraídos como uma garra (1).
Lembre-se que seus dedos e mãos também têm que ser alongados, durante o pedal varie a posição das mãos, movimente seus dedos. Numa bike de road, isso se torna mais fácil já que você tem três opções de pegada no guidão assim dá para ficar mudando as mãos.
Já em uma bike de MTB nem tanto, embora tenha os bar ends, você permanece a maior parte do tempo com as mãos na mesma posição. Então sempre que puder de uma esticada nos dedos, tente mudar a pegada quando estiver pedalando há muito tempo.
Compre uma luva boa, a melhor que você possa escolher, ou melhor, tenha duas assim poderá lavá-la tranqüilamente e sair para pedalar no outro dia. Sim você tem que lavar sua luva após os pedais! Não seja cascão. E nada de lavar na máquina viu, roupas de lycra® luvas de ciclismo devem ser lavadas na mão, água e sabão se puderem secar a sombra perfeita!
Capriche com seu equipamento vc só terá a ganhar
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Você encontra luvas de diversas cores e tamanhos, dedos longos, ou dedos curtos, de
marcas os preços variam entre R$ 30,00 até R$ 130,00 vai do gosto do freguês.
Ps. Se as dores persistirem faça um bike fit, sua bike pode estar desregulada, mas se mesmo assim ainda persistirem vá a um ortopedista!
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